O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI

Enviada em 27/05/2020

A partir do século XVIII, com a 1°Revolução Industrial, houve o surgimento de máquinas a vapor, as quais foram muito úteis ao desenvolvimento das produções mecanizadas. No entanto, esse quesito fez com que o trabalho do homem fosse desvalorizado e substituído, o que impulsionou o corte de funcionários nas empresas de diversos ramos. Nesse contexto, não há dúvidas de que o desemprego e as relações trabalhistas são motivos de debates no século XXI, não só pelos avanços tecnológicos, mas também, pela alta burocracia exigida aos trabalhadores registrados.

O século XXI é marcado por inúmeros avanços tecnológicos, entre eles, máquinas inteligentes as quais precisam ou não do auxílio humano, e também a ascensão de aplicativos digitais que propõem ao usuário a opção de realizar meios, tais como compras on-line e procedimentos de bancos, ou seja, a partir do momento que o cliente possui a oportunidade de fazer as operações a distância através de um sistema inteligente (que antes seriam possíveis apenas indo até o local), a empresa consegue reduzir custos com funcionários, fazendo com que o desemprego cresça e que as vagas ociosas sejam ainda mais disputadas.

Salienta-se ainda, como um grande impulsionador desse fator, a extrema burocratização designada ao trabalhador de carteira assinada.Todavia, algumas empresas se recusam a registrar os mesmos, pois são submetidas a uma série de obrigações, tais que, acabam saindo caro financeiramente a elas, priorizando então a admissão por meio de contratos ou acordos com o admitido. Conquanto, mesmo comprometendo o futuro do trabalhador, cujo acaba sem receber seus direitos caso seja demitido, as vezes é o único meio de renda para sobrevivência.

Fica clara, portanto, a necessidade de uma tomada de medidas que torne isso apenas uma mazela na história do mundo. Para tal, deve ocorrer por meio do Governo um maior incentivo a população a prática de cursos de preparação e aprimoramento, para que estas sejam capazes de produzir um trabalho autônomo ou melhorarem o curriculum para conseguirem qualificação à vaga almejada. Deve haver também, por meio do Ministério do trabalho, a intensificação das fiscalizações nas empresas para que cumpram as leis trabalhistas. Pressupõe-se assim, que o índice de desemprego mundial diminua e que as relações trabalhistas melhorem.