O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI
Enviada em 28/05/2020
As primeiras relações trabalhistas favoráveis se iniciaram com com a Revolução Industrial, na qual trabalhadores buscaram na legislação melhorias na condições de trabalho, e, por consequência, o aumento da oferta de emprego. No Brasil, hoje, a luta contra o desemprego ainda é constante. Isto é, a decadência trabalhista brasileira se deve a inércia da população em relação aos impostos abusivos e da legislação frente ao trabalho informal.
Primeiramente, segundo o economista Carlos Alberto Ramos, índices altíssimos de impostos desfavorecem a economia nacional. Assim, tem-se também a desmotivação populacional para com a abertura comerciária, e, por conseguinte, para a produção de emprego. Dessa forma, é possível afirmar que os impostos atuais são propulsores da elevada taxa de desemprego do Brasil.
Outrossim, vale ressaltar que cerca de 30 bilhões de brasileiros são falsos ociosos, ou seja, trabalhadores informais. Fator esse, devido a geração de renda ser mais propicia no serviço não regido pela legislação, logo, o governo não os contabiliza nos dados econômicos. Diante disso, intui-se que o laborativo nacional é precário, visto que a população necessita utilizar de meios ilegais para sobreviver socialmente.
Portanto, para que as relações trabalhistas brasileiras no século XXI sejam aperfeiçoadas é inestimável que a população manifeste sua insatisfação através de greves. Ademas, é imprescindível a atuação da legislação do país. Essa, por meio do desenvolvimento de uma lei que proporcione um desconto nos impostos comerciários quando esses atingirem uma meta econômica de vendas. Desse modo, a abertura de empresas legalizadas será estimulada, e por fim o desemprego diminuirá gradativamente.