O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI
Enviada em 28/05/2020
Nos últimos anos tornou-se possível perceber a rejeição dos patrões as relações trabalhistas. Essa rejeição gera consequências como o desemprego e o trabalho informal. Portanto, é importante garantir o funcionamento e a obediência da sociedade perante as decisões da legislação brasileira.
Analisando um lado da situação, os patrões deixam de contratar funcionários necessários para evitar as relações trabalhistas. Alguns impostos cobrados, como o INSS, aumentam as despesas do empregador, podendo fazer com que ter um funcionário seja prejuízo. Devido à essa situação algumas pessoas optam por não ter um funcionário ou aderir ao trabalho informal, desrespeitando ás leis da Consolidação das Leis trabalhistas (CLT) e contribuindo para taxa de desemprego do país.
Como apresentado, já existem leis trabalhistas que regem as relações entre patrão e funcionário. Entretanto, apesar de necessárias e exatas, os chefes desobedecem e desrespeitam essas normas por motivos já apontados. Não assinar a carteira de trabalho, ter um funcionário que não declara imposto de renda e gerar uma corrupção em cadeia pra não ter prejuízo. A eficiência dessas leis depende da garantia de que todos conheçam essas leis e que todos respeitem ela.
Para garantir que a lei seja cumprida, é necessário que funcionários das Secretárias Municipais de Trabalho fiscalizem os trabalhadores, certificando e verificando documentos como a carteira de trabalho, a declaração do imposto de renda, os direitos e os deveres dos funcionários e patrões em visitas mensais, afim de garantir aqueles que desobedecer a lei seja punido e que ele passe a agir conforme as normas. Dessa forma é possível garantir um melhor desenvolvimento das relações trabalhistas.