O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI
Enviada em 28/05/2020
Desde a Revolução Industrial, no século XIX, que o mercado de trabalho se encontra em constantes mudanças. Ademais, os avanços tecnológicos, que sucedem desde o século XIX, ocorrem juntos à eles implicações, não só como o desemprego em massa, mas também, a procura de serviços informais para a complementação de renda.
Deve-se pontuar, de início, que consoante ao site informativo G1, em 2019, aproximadamente 13 milhões de brasileiros estão ausentes no mercado de trabalho. No Brasil vigente, os avanços empresariais exigem junto com si, especializações que somente 21% da população obtém, havendo dessa maneira, inocipações de cargos remunerados.
Além disso, vale ressaltar, que a supressão de oportunidades na área trabalhista faz com que os dispensados procurem outra forma de ganharem renda familiar. Dessa forma, durgem os “bicos”. Igualmente como retrata a obra “Quarto de Despejo” de 1960, a procura de maiores oportunidades trabalhista em plena crise, e desemprego.
Portanto, urge a necessidade de solução para tal impasse. Cabe, então, ao Ministrério do Trabalhoa e Emprego, juntamente cms os SENAC’s, intensificarem a disponibilização de cursos de especializações profissionais, bem como, a ministração de cursos profinalizantes - manicure, designer, cabeleleiro, depilação- para que dessa forma, esaas pessoas tenham maiores oportunidade de inserir-se no mercado de trabalho com grandes de chances de uma garantia de renda salarial.