O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI

Enviada em 29/05/2020

DEMOCRACIA DO EMPREGO

Na obra “Utopia” do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é justamente o oposto que o autor prega, uma vez que o desemprego no século XXII apresenta barreiras que dificultam a concretização do plano de More. Esse cenário é fruto tanto da falta de empregos formais quanto da facilidade de empregos informais. Diante disso é fundamental a discussão desses aspectos a fim de pleno funcionamento da sociedade.

Precipualmente, é fucral pontuar que a falta de trabalho formais deriva da atuação dos setores governamentais, no que concerne á criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Na constituição federal brasileira está articulado que o governo da direitos sociais principalmente no trabalho e seus direitos, no entanto o oposto se observa na realidade. Desse modo, faz se mister a reformulação dessa postura estatal urgente.

Ademais, é imperativo ressaltar que a facilidade de empregos sem direitos trabalhistas como salario minimo, férias, e demais como promotor dos problemas. Fazendo pressuposto a analise de Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, politicas e econômicas é características da “modernidade liquida”.

Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade moderna atual. Dessarte, com o intuito de mitícar o desemprego, necessita-se, urgentemente que o Ministério do Trabalho direcione medidas para que por intermédio das empresas, será revertido em novos empregos através de novas leis, e acordos trabalhistas. Desse modo, atenuar-se-á, em média e longo prazo, o impacto nocivo do desemprego no século XXII, e a coletividade alcançará a Utopia do More.