O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI
Enviada em 12/11/2020
É inegável dizer que durante o século XXI, o desemprego e as relações trabalhistas estão tomando proporções enormes. Ao analisar, entretanto, os desafios enfrentados pela sociedade, pode-se afirmar que o desemprego está aumentando de acordo com o tempo. Desse modo, ponto-chave desse debate consiste em analisar essas dificuldades da população e torna-se relevante pontuar duas questões: o alto índice de desemprego no Brasil e o aumento de trabalhadores autônomos.
De acordo com dados do IBGE, o desemprego no Brasil bate recorde e atinge 13,1 milhões de pessoas. Nesse sentido, a população sofre com a pandemia, a tendência do número é aumentar. Segundo dados do governo, o Brasil ocupa o 9° lugar no ranking de países com mais desempregados no mundo, com 62%, em 2016, perdendo para África do Sul, com 24,3%. Nessa lógica, fica cada vez mais difícil entrar no mercado de trabalho.
Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho(OIT), existem mais de 300 milhões de trabalhadores informais no mundo, sendo que mais de 30 milhões são brasileiros. Nesse contexto, a principal causa para existir tantos trabalhadores autônomos são as faltas de oportunidades pelo Estado. De acordo com Aristóteles, em sua obra “Ética a Nicômaco”, a política existe para garantir felicidade aos cidadãos, esse conceito, todavia, encontra-se modificado à medida que o Estado não garante as devidas oportunidades de emprego. Essa situação é caótica, contudo, mutável.
Convém, portanto, ao Governo em parceria com Institutos de trabalho proponham leis com o intuito de abrir mais oportunidades de emprego para a sociedade. Ademais, é dever do Governo também abrir mais vagas de emprego com o registro sendo obrigatório, sendo assim, a taxa de trabalhadores autônomos era diminuir, melhorando a economia do país. Sendo assim, fiscalizações devem ser exigidas para que tenham a certeza do cumprimento destas normas, pois garantir o emprego e a felicidade da população, é garantir a ordem e o progresso da nação.