O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI
Enviada em 12/01/2021
O desemprego é uma realidade muito presente no Brasil o que resulta na desigualdade social, doenças emocionais nós desfavorecidos e afeta ainda mais a economia do país. Logo, para que essa situação seja amenizada é necessário considerar o lado do empregador e do trabalhador.
Sendo que, o empregador enfrenta um grande desafio que se refere a falta de estímulo por parte do Estado, que cobra uma alta taxa de imposto e exige processos altamente burocráticos que corrompem as expectativas do empregador, principalmente, em relação ao lucro. Então, por esses e outros fatores a legislação trabalhista, apesar de ser longa, não é eficaz, pois não consegue assegurar a qualidade do trabalho.
Com isso, o trabalhador, sem opções, se contenta com um mísero salário e uma carga horária intensa para não ficar desempregado e passar necessidade. Também há os que não conseguem se inserir no mercado de trabalho e desenvolvem doenças emocionais, visto que a realização profissional está ligada altamente com a dignidade e desanimados ficam na estagnação econômica sem renda e sem consumo, visto que são cerca de 13 milhões de pessoas nessa realidade, segundo o IBGE. Outros, para contornar a situação caótica optam por ingressar no trabalho informal por terem receio de enfrentar a burocracia — são atitudes precipitadas que deixa o problema ainda mais alarmado.
Portanto, para caminharmos em uma direção contrária a essa é evidente que o empregador precisa do apoio do Estado para abaixar o valor da taxa de imposto e as burocracias. Além disso, o governo em união com as escolas, com a mídia deve motivar os índividuos a terem coragem para se inserirem no mundo emprededor e saírem da estagnação econômica, segundo Reid Hoffman, confundador do LinkedIn “Todos nós somos empreendedores. A vontade de criar coisas está no nosso DNA" com esse pensamento a atual geração pode gerar a diferença nesse cenário.