O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI
Enviada em 13/01/2021
O desemprego é um dos maiores problemas do Brasil, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estátistica), aproximadamente 6,2 % de pessoas estão desempregadas por ano, quatro vezes mais que a Alemanha, e dez vezes mais que a França, que tem a população quase três vezes maior que a nossa.
De acordo com o PME ( Pesquisa Mensal de Emprego), o aumento de trabalhadores informais ativos na economia cresceu para 34,8%, diminuindo o desemprego para 6%, sendo o menor número registrado historicamente. Entretanto, a análise consta, em relação ao nível de atividade, um pequeno crescimento da economia, mesmo que seja lento.
No caso do Brasil, a informalidade tem aumentado gradativamente ao longo dos anos. Conforme a análise OIT (Organização Internacional do Trabalho), sua taxa mais que dobrou ao longo dos anos, tendo chegado a 30 milhões de brasileiros. A consequência dessa atividade se deve ao excesso de tributo e burocracia para atuar legalmente, sendo a única forma encontrada para milhões de cidadãos que necessitam de alguma fonte de renda. Contudo, a economia informal também é usada para atos ilícitos, por exemplo, muitos chefões do crime organizado montam comércios de fachada com a finalidade de distribuição de drogas.
Portanto, é necessário a mordenização da Legislação do Trabalho, o Governo em conjunto do Sindicato elaborariam leis que facilitasse a atuação do cidadão no mercado trabalhista. Por exemplo, nos Estados Unidos, existe a possibilidade do trabalhador ter emprego fixo sem precisar cumprir a carga horária de 8 horas como é aplicada no Brasil, possibilitando a circulação da oferta de trabalho. Logo, para se ter mais possibilidade trabalhista, é preciso atualizar-se a legislação para a nova realidade existente.