O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI

Enviada em 13/01/2021

Em 2017, no primeiro semestre, o Brasil alcançou um número ensurdecedor de desempregados,mais de 14 milhões, segundo o IBGE (O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Isso se dá pela enorme crise econômica que assola o país. Nesta conjuntura, o brasileiro busca se sobressair em meio à crise; trabalhos informais e meios que atualizem gradativamente o currículo, para ganhar vantagens, são algumas das principais recorrências que o trabalhador faz.

Tendo em vista os fatos introdutórios mencionados, esta questão não pode recair apenas ao trabalhador, mas também pelo empregador e o que dificulta a fornecer novos empregos. O Estado pouco instiga e amplia o mercado trabalhista, acarretando muita concorrência e capacitação. Outros pontos a serem mencionados são a grande taxa de impostos e a significativa burocracia que dificulta o empreendimento.Com isso, diminui a chance de novos cargos e aumenta o número de indivíduos que atuam no setor informal; esse é fortemente auxiliado pelas redes sociais.

A posteriori, quem não se identifica nesse recurso de trabalho, busca modos de se capacitar e ser escolhido pelo mercado, com pós graduações, por exemplo. Ademais, são formados jovens receiosos e ansiosos por preocupações com a estabilidade futura e de como irá se destacar no emprego formal, caso se a forma escolhida. A grande concorrência em vestibulares de medicina e concursos públicos é a prova disso.

Em virtude dos argumentos mencionados, é notável de deduzir que para diminuir os desafios expostos, o governo deve escassear as barreiras, como o imposto, para o empreendedorismo ganhar forças e fazer com que o espaço privado desenvolva-se amplamente, implicando grandes oportunidades para a sociedade. Além de atenuar os empecilhos, é primordial capacitar os jovens e mostrá-los um futuro de oportunidades e reconhecimento. Para assim, o feitio de seguir carreira seja opção e não obrigação.