O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI

Enviada em 16/01/2021

A CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), foi criada em 1943 durante o governo de Getúlio Vargas. Nela foi instituído o direito a férias, décimo terceiro, carteira de trabalho assinada, entre outras regulamentações de trabalho. Por certo, foi um grande avanço na época, entretanto, com as mudanças trabalhistas ocorridas, é necessário uma legislação mais moderna e eficiente para evitar o desemprego.

Certamente, o desemprego é um problema grave no país, ocasionado por ausências de investimentos em setores estratégicos, baixa qualificação profissional, crise econômica ou politíca, substituição de mão de obra humana por máquinas, entre outros. Dessa maneira, tem como consequência o aumento do índice de criminalidade, de violência urbana e da miséria. Além disso, favorece o aumento do trabalho informal (sem vínculos registrados em carteira). Pois, ao perder o emprego as pessoas costumam buscar opções alternativas para ganhar dinheiro e sobreviver até conseguir outro trabalho formal.

De acordo com o relatório de Competitividade Global (2017-2018) o Brasil foi considerado o 114º entre 138º países no quesito burocracia nas relações de trabalho. Todavia, em 2017, foram aprovadas as leis 13429/17 (terceirização) e 13467/17 (reforma trabalhista) promovendo a modernização de pontos fundamentais das leis trabalhistas e adequando-as aos novos modelos de produção, conferindo mais flexibilidade às relações de trabalho. Logo, foi um avanço que tende a reduzir a burocracia e conseguir novos investimentos para a área diminuindo o desemprego.

Portanto, para evitar o desemprego é imprescíndivel que a legislação trabalhista esteja sempre atualizada, por meio de reformas, conforme as novas exigências do mercado. Para isso, o Ministro da economia precisa estar atento às demandas do país. Dessa maneira, haverão mais investimentos no mercado e maiores opções de empregos para a população, diminuindo o desemprego.