O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI
Enviada em 30/05/2021
O mito da caverna, de Platão, descreve a situação de pessoas que se recusão a observar a verdade em virtude de sair de sua zona de conforto. Nesse sentido, consequentemente, o desemprego estrutural começou à afetar diretamente as relações socioecônomicas, compondo a taxa de 6% de desempregados no Brasil, segundo dados do IBGE. Nesse contexto, torna-se evidente o descaso governamental, bem como uma grande influência desse grave problema, vem em virtude do capitalismo sistemático.
Convém ressaltar, a princípio, que o descaso governamental é uma fator determinante para a persistência do problema. Segundo a Constituição de 1988, mediante a consolidação de leis, garante a integridade dos trabalhadores como direito inabalável a todos os cidadãos. Entretanto, a prerrogativa legislativa faz-se pouco devota à metodologia de prática, uma vez que o IBGE revela à crescente taxa de desempregados no Brasil. Por consequência, consta-se a diminuição de postos de trabalho com carteira assinada, isto é como amparo formal prometido pela legislação, o que dificulta sua resolução.
Outro ponto relevante, nessa temática, é o capistalismo sistemático. É válido verificar, que a primazia do acumulo do bem coletivo agrave o problema atual. Segundo o economista e sociólogo alemão, Karl Marx, a constante precariedade do trabalho é inerente ao capitalismo, em virtude da prioridade do acumulo lucrativo. Nesse contexto, observa-se, por serviços informais e sem contrato formal com funcionários, a fim de aumentar seus ganhos e reduzir seus custos, o que dificulta ainda mais a sua resolução.
É evidente, portanto, que tais entraves precisam ser solucionados. Para esse fim, o Governo, órgão responsável pela seguridade dos direitos dos cidadãos, juntamente com o apoio midiático, devem desenvolver campanhas de valorização dos trabalhadores em geral, por meio de emissora de televisão e nas redes sociais, com a finalidade de tornar o problema visível e passível de resolução por todo o corpo social brasileiro.