O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI
Enviada em 01/08/2021
Karl Marx, um dos maiores teóricos sobre as relações de trabalho, afirma que o trabalho é o esforço dirigido à garantia da sobrevivência. Seguindo a lógica de Marx, é perceptível que o homem sobrevive materialmente, tendo o trabalho como subsistência própria. Entretanto, há muitos impasses quando se trata do mercado de trabalho e das relações trabalhistas no século XXII, tendo como principal causa a concorrência, gerando desempregos.
Em primeiro lugar, observa-se que o mercado de trabalho é muito disputado. A obra “Operários” de Tarsila do Amaral retrata a diversidade dos trabalhadores que migraram para São Paulo em busca de emprego nas fábricas que começavam a surgir no estado. Ou seja, deslocaram-se e saíram da zona de conforto à procura de trabalho. Isso explicita a concorrência, algo inevitável visto que todos estão em busca do mesmo objetivo. Todavia, as empresas preferem eleger pessoas já inseridas no mercado de trabalho para ocupação dos cargos, por serem mais experientes. Isso gera uma parte da pouplação desempregada.
Por consequência, a massa desempregada sofre. O filme “Mais que vencedores” mostra o enorme impacto causado na vida do personagem quando a fábrica que ele trabalha é fechada. Essa é a realidade da vida das pessoas desempregadas e suas famílias. Segundo pesquisas feitas pelo governo federal, 6,2% dos brasileiros fazem parte desse grupo. Como resultado, muitas pessoas acabam se rendendo ao trabaho informal, ou seja atividade econômica executada sem haver registros oficiais, pois é a única fonte de renda encontrada.
Portanto, é indispensável intervir sobre o problema. Para isso, o Poder Público deve investir cada vez mais no comércio, através da destinação de verbas, a fim de gerar mais vagas para emprego populacional. Além disso, deve investir também em cursos profissionalizantes para que hajam mais pessoas capacitadas a adentrarem no merdado de trabalho.