O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI

Enviada em 31/07/2021

A revolução industrial, que ocorreu no século XVIII, foi um período onde aconteceram muitas mudanças no ambiente de trabalho. Nessa época, surgiram as máquinas que obtinham um melhor desempenho nas indústrias do que os próprios trabalhadores. Consequentemente, com essa evolução da tecnologia, cresceu também o desemprego estrutural que, com o passar do tempo, foi abalando as relações socioeconômicas no Brasil.

Nesse contexto, com as máquinas tendo maior desempenho, acabam se tornando mais lucrativas. Dessa forma, o mercado de trabalho se transformou em um ambiente mais competitivo, visto que havia menor número de vagas para empregos e uma grande quantidade de mão de obra livre. Em virtude disso, os currículos feitos para serem entregues em determinados trabalhos precisam ser muito bem feitos e completos, além do que o trabalhador precisa ter uma qualificação profissional melhor do que a dos demais para ser contratado.

De acordo com o IBGE, a taxa de desemprego no Brasil é de 14,7% em 2021, sendo a maior taxa que já teve no país. Contudo, existem diversas causas que explicam esse índice, como exemplo a baixa capacitação dos trabalhadores que se deve ao fato de muitos não terem acesso nem a escolas públicas. Então, é perceptível que um dos motivos para o desemprego no país se resume em desigualdade social. Como consequência disso, há a queda da saúde da população, aumento nas taxas de fome e violência urbana, alta quantidade de empregos informais, entre outros problemas.

Em suma, uma maneira de combater o desemprego é com a intervenção do governo. Este deve investir no adicionamento de obras públicas que podem ajudar a assegurar o emprego da população. Além disso, para melhorar a qualificação profissional dos trabalhadores, é necessário investir na educação, aprimorando as escolas públicas com materiais didáticos e reformas. Por consequência, o Brasil melhorará em termos de desigualdade social, tornando-se mais justo.