O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI
Enviada em 31/07/2021
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no ano de 2015 o Brasil ocupou a quarta posição na lista de paises com menor taixa de desemprego no mundo, com uma porcentagem de 6,2%. Analisando o contexto atual brasileiro, a taxa de demissões aumentou significativamente e as relações trabalhistas vêm sendo uma discussão constante. Isso ocorre devido a vários fatores, mas deve-se destacar a falta de flexibilidade das legislações trabalhistas, que dificulta a relação entre empregador e empregado e ocasiona a diminuição de oferta de emprego.
Primeiramente, além do desemprego estrutural e a falta de qualificação dos profissionais, é importante também lembrar de que as difuldades causadas pelas legislações trabalhistas no processo de formalização do trabalho é grande. O aumento do trabalho informal é um exemplo disso, pois a burocracia e os custos exigidos para que um indivíduo consiga abrir seu proprio negócio são muitos, e assim a informalidade acaba sendo uma opção mais fácil e barata. Inclusive, no Brasil mais de 13% da população trabalha informalmente, o que ressalta ainda mais a necessidade de que ocorra uma mudança nos processos necessários para a legalização do trabalho.
Além disso, pra melhorar as relações trabalhistas, ter uma possibilidade de negociação de cargas horárias seria fundamental, principalmente em peródos de sazionalidade. Atualmente, tudo tem evoluido rápido, e tem se tornado ágil e simples, assim tabém deveria ser em relação ao trabalho e suas leis, pois melhoraria o desempenho dos trabalhadores e os resulatdos dos patrões. A legislação é baseada ainda no período da industria de transformação, quando havia pouca uniformidade e a base trabalhista era maculina, mas hoje em dia as mulheres são mais da metade da força de trabalho e a flexibilidade nos horários, principalmente para as mães de família, seria mais do que necessário.
Diante dos fatos mencionados, fica claro a necessidade de que o poder executivo e legislativo façam uma reforma trabalhista, afim de melhorar a relação entre patrão e empregado e consequentemente ajudar a oferta de trabalho formal. Deve-se adicionar nas leis trabalhistas a possibilidade de distribuição da carga horária de acordo com as necessidades do trabalhador, menos impostos a serem pagos para que pequenas empressas sejam abertas e mais oportunidades para jovens aprendizes. Com isso a porcentagem da População Economicamente Inativa (PEI) diminuiria e mais oportunidades surgiriam.