O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI

Enviada em 31/07/2021

A Constituição Federal de 1988,  prevê em seu artigo 6º, o direito ao trabalho como inerente a todo cidadão brasileiro. Entretanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa o desemprego  pertinente no Brasil no século XXI. Causado atualmente pelas burocracias governamentais e pela situção alarmante da pandemia da Covid-19, o desemprego trás consequências drásticas tais como a diminuição da qualidade de vida dos brasileiros e o aumento do trabalho informal.

Em primeira análise , deve-se ressaltar que no Brasil há um sistema de burocracias dentro do ministério do trabalho e em outras aréas que dificultam a inserção do trabalhador no mercado de trabalho. Além disso, a disseminação da Covid-19 ao redor do mundo fez com que muitas empresas viessem a falência, deixando, assim, muitos desempregados.

Consequentemente, a qualidade de vida de muitas famílias diminuiu, por conta da falta de dinheiro para as necessidades básicas do dia a dia. Nota-se também o aumento do trabalho informal, esse mostra-se prejudicial ao trabalhador por não apresentar os direitos básicos que o trabalho formal apresenta.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater os obstáculos que levam ao desemprego no Brasil. Para isso, é imprescindível que o Ministério do trabalho, por intermédio de leis, facilite a inserção do trabalhador no mercado de trabalho diminuindo as burocrácias virgentes, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos brasileiros e a economia do país. O trabalhador deve sempre possuir seus direitos e o maior auxílio possível para que o país possa progredir junto a sua nação.