O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI

Enviada em 29/07/2021

A Terceira Revolução Industrial, também chamada de Revolução Informacional, se estende até os dias atuais, sendo caracterizada pela evolução da tecnologia no campo técnico-científico. Além disso, as consequências dessas inovações se concretizam nas diversas esferas sociais. Atualmente, na sociedade capitalista, as relações de ofício se diversificaram, por isso é importante discutir acerca da informalidade do trabalho e a falta de qualificação profissional.

Nesse sentido, diversas empresas contam com um amplo sistema mecanizado de produção em massa, sendo assim, o papel do trabalhador se tornou mais complexo e especializado. Ainda por cima, a competitividade cresceu, visto que, as vagas de emprego diminuíram, favorecendo o indivíduo mais capacitado curricularmente. Desse modo, grande parte da população sem preparo técnico ficou desempregada.

Por outro lado, diversas pessoas encontraram uma maneira de obter um quantitativo econômico por meio do trabalho informal, que continua crescendo muito na atualidade. No Brasil, por exemplo, de acordo com dados do IBGE em 2019, os informais somavam cerca de 41% do total de trabalhadores brasileiros, esses dados sintetizam a atual crise laborativa. Porém não apenas no Brasil, como no mundo, o desemprego está presente, sendo reflexo das dificuldades trabalhistas contemporâneas.

Por todos esses aspectos, é importante destacar o papel do estado, enquanto orgão público e social, para auxiliar na oferta de trabalho. Assim sendo, cabe a ele  incentivar a construção de postos de trabalho, por meio de acordo com empresas, com o objetivo de gerar emprego e garantir as relações trabalhistas previstas em lei, como por exemplo o benefício ao desempregado. Dessa maneira, o desemprego estrutural será amenizado e as relações trabalhistas serão garantidas.