O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI
Enviada em 30/07/2021
Na série “O legado de Júpiter” as relações trabalhistas são muito bem apresentadas. Fitz, junto com o seu pai Willie, trabalham em uma indústria de aço para dois irmãos ricos, entretanto por conta da crise acabaram desempregados e os seus patrões pobres. O desemprego não está na realidade apenas de Willie e Fitz mas também de diversas pessoas. Dessa maneira, é evidente que a problemática se desenvolve não só devido a crises financeiras, mas também pela substituição da mão de obra por máquinas.
Em primeira análise pode se afirmar que, o Brasil enfrentou nos últimos anos uma crise político-econômica que impactou profundamente no modo de vida da população, causando um número exorbitante de desempregados. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a taxa de desemprego no Brasil em 2021 é 14,7% pode parecer baixa, entretanto as vidas das pessoas desempregadas são muito afetadas negativamente. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Ademais, a substituição do trabalho braçal pelas máquinas também pode ser apontada como promotor do problema. Após a Revolução industrial e o advento da tecnologia, a inclusão de robôs no mercado de trabalho refletiu na desvalorização da mão de obra humana, logo a mesma se torou menos lucrativa. Destarte, tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que a opção do uso das máquinas se torna mais benéfico por conta da sua agilidade, contribuindo para a perpetuação desse cenário caótico.
Depreende-se, portanto, que é imprescindível a mitigação dos obstáculos para combater o desemprego. Assim, o Estado deve assegurar empregos destacando para a parcela mais pobre investindo em diversas obras públicas como a Copa do Mundo e Olimpíadas, dessa forma, a oferta de empregos expandirá. Dessa forma, pode-se garantir uma boa qualidade de vida e longe da pobreza ao contrário de Fitz e Willy.