O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI
Enviada em 30/07/2021
A Revolução Industrial gerou diversas mudanças no mercado de trabalho como a inserção de máquinas e crianças. Analisando o atual contexto pandêmico, percebe-se que no ambiente digital a violação da leis trabalhistas se torna cada vez mais constante. Dessa forma, em um âmbito em que os trabalhadores precisam se superar diariamente para alcançar um reconhecimento no meio de produção o desemprego e a infração das leis que defendem os direitos dos funcionários são problemas enfrentados pela sociedade, que são fortalecidos pela substituição do homem pela máquina e pelo trabalho informal.
Nesse cenário, é importante ressaltar como o avanço da tecnologia permite que as máquinas substituam os trabalhadores. A inserção tecnológica facilita a realização de diversas tarefas no cotidiano. Contudo, os contratados que necessitam do emprego sofrem com a robotização na produção industrial que está aumentando o desemprego estrutural, que vai refletir no poder de consumo populacional. Com isso, a intensa fabricação de produtos vai ser acompanhada da falta de poder aquisitivo do corpo social que vai gerar uma crise severa.
Complementarmente, o trabalho informal não garante nenhum auxílio para o trabalhador ,além de necessitar de um empenho e uma organização extremos. Em 21 estados do país 40% da população realiza atividades informais. Isso ocorre, pois com o crescimento urbano exarcerbado, a falta de vagas no mercado de trabalho contribui para o aumento do número de cidadãos realizando atividades informais que não oferecem os direitos do proletário.
Fica claro, portanto, que a robotização exagerada e o trabalho informal resultam em diversos problemas e devem ser combatidos. Nesse contexto, investir em treinamentos, aperfeiçoamento de habilidades e na recolocação profissional que vai garantir um índice menor de desemprego e de profissionais inseridos em atividades informais as quais não são benéficas para o trabalhador brasileiro. Com isso, cabe ao Ministério do Trabalho e às empresas a realização de palestras e demonstrações práticas de como acompanhar a evolução do mercado e estar ciente dos direitos trabalhistas.