O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI

Enviada em 01/06/2022

No filme “A procura da felicidade”, narra-se o drama de um pai solteiro que após perder o emprego passa a morar em abrigos com seu filho. Analogamente, no hodierno cenário brasileiro, pode-se perceber que a questão do desemprego e as relações trabalhistas é extremamente problemática. Isso decorre não apenas das falhas educacionais, mas também da desigualdade social.

Primeiramente, convém analisar as falhas educacionais, sendo uma das principais causas catalisadoras no desemprego e nas relações trabalhistas. Haja vista que, as escolas propiciam uma base educacional com matérias gerais que não são capazes de capacitar a população para ter um emprego. Sob esse viés, segundo o filósofo Immanuel Kant “O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele.”. Nesse sentido, uma vez que o sistema educacional possuí falhas na preparação da população para o mercado de trabalho, é evidente que o resultado seria negativo, como o alto índice de desemprego. Logo, providências precisam ser tomadas para que tal problema seja amenizado.

Ademais, é importante pontuar a desigualdade social relacionada a essa problemática. Isso ocorre, pois pessoas com uma classe social baixa possuem pouco acesso não só a informações como fontes de conhecimento. Nessa perspectiva, de acordo com o G1, mais de 34% da população brasileira estão desempregados por falta de conhecimentos básicos. Portanto, mesmo que haja vagas de empregos, as empresas buscam por pessoas que tenham no mínimo um ensino médio completo e pessoas com uma classe inferior geralmente não conseguem terminar seus estudos, ficando impossibilitadas de conseguir um emprego.

Fica evidente, dessa forma, que medidas são necessárias para amenizar o quadro atual. A fim de modificar tal realidade, urge que o Ministério da Educação (MEC)-órgão responsável por melhorar a qualidade da educação, cuidando de todo sistema educacional brasileiro – e o Governo Federal Capacitem a população para enfrentar o mercado de trabalho brasileiro, por meio de novas disciplinas nas escolas voltadas para a temática em questão e projetos sociais de acesso igualitário. Consequentemente, diminuindo a taxa de desempregados.