O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI

Enviada em 15/07/2022

A Revolução Industrial investiu grandemente no setor de indústria, mas, devido o aumento da tecnologia nesse setor os trabalhadores foram gradativamente substituídos por máquinas. Nesse sentido, tal período reflete até os dias atuais,haja vista que o desemprego pendura nas relações trabalhistas do Brasil. Desse modo, vale ressaltar as duas causas desse problema: a pouca qualificação profissional e o avanço tecnológico.

Sob esse viés, a má qualificação de um profissional pode retira-lo do seu emprego, substituindo-o por gerenciadores de inteligência artificial. Nesse contexto, o escescritor Gilberto Dimenstein, em sua obra “O cidadão de papel”, afirma que existe um majoritário culpado pela maioria dos impasses sociais, o governo. Nessa linha de raciocínio, tal omissão estatal, também, peca no que tange no pouco inves-timento na educação e incentivo discente, por exemplo, falta de materiais atualiza- dos em faculdades e poucas vagas em universidades públicas. Com isso , a população nem chega a frequentarem campos de ensino superior, contribuindo para seu insucesso profissional. Dessa forma , o poder publico deve investir bem mais na educação brasileira.

Ademais, a revolução industrial acarretou uma grande substituição de pessoas por máquinas para as relações de trabalho. Sob essa ótica, o filósofo Zigmunt Bauman, em seu livro “Modernidade líquida”, aborda as frequentes variações das relações sócias, como a instabilidade dos cidadãos em um emprego, que, no século passado, as pessoa s administravam um trabalho por toda sua vida, mas, hoje, isso não é mais garantido. Consequência disso, é uma insegurança no modo de vida, que, pelo fato de a tendência ser de robôs dominarem esses cargos, boa parte da sociedade será substituída, causando falta de renda a esses indivíduos. Assim, vale salientar que a Revolução Técnico-Cientifica pode ter trago vários benefícios, mas fatores negativos também.