O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI

Enviada em 12/08/2023

A terceira década do século XX foi marcada pela maior crise financeira da história. Iniciada nos Estados Unidos, o desemprego atingiu quase 30% dos trabalhadores. Nesse sentido, tal panorama promoveu revoluções financeiras; surgindo o New Deal, um plano para mudanças econômicas evidenciado até os dias atuais. Em contrapartida, nota-se que essa realidade impôs novos desafios para as sociedades contemporâneas, como o aumento de empregos informais no mundo todo. Desse modo, torna-se premente analisar os principais impactos dessa problemática: o aumento do subemprego e da informalidade e a falta de participação do governo em relação aos trabalhadores com escolaridade básica.

Desde o início do século XXI, os avanços da tecnologia e a quantidade de trabalhos informais aumentaram. Por isso, avanço da tecnologia e a baixa qualificação profissional da população tem acarretado grandes níveis de desemprego, crescente a cada dia. Porém, o fenômeno que sucata a economia, é a substituição de trabalhadores por máquinas em áreas com certos graus de instrução. Desde então, os trabalhadores sem carteira assinada como: motoristas de aplicativo, vendedores e entregadores não possuem uma qualificação profissional, se adaptando e imergindo nas carreiras informais.

Ademais, as políticas públicas atualmente em relação ao trabalho declinam a cada dia. Logo, a participação governamental em relação aos trabalhadores é precária e deficiente, dando um ensino básico nas escolas de baixa qualidade, afetando diretamente a carreira profissional. Segundo o G1 (portal de notícias da rede globo); “87% dos desempregados possuem evasão escolar ou não possuem o ensino superior, constando o principal motivo do desemprego no Brasil”.

Diante do exposto, é imprescindível haver movimentos sociais organizados em prol a uma melhor educação no Brasil. Além disso, o Ministério do Trabalho, precisa garantir boas diretrizes para geração de empregos e rendas. Assim, cumpre o governo efetivar de maneira mais plena as qualificações necessárias para a sociedade, dando-as condições para ter especializações em áreas trabalhistas e tendo o contato direto com a sociedade. Afinal, como disse Nelson Mandela, “a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo”.