O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI
Enviada em 15/08/2023
Desde o início da civilização, os seres humanos têm uma estrutura de trabalho. No início da formação da sociedade, as relações de trabalhistas não eram remuneradas, mas já buscavam o bem estar social, de modo que só é possível evoluir com o trabalhando. De maneira análoga a isso, é seguido hoje um modelo parecido ao apresentado, porém as relações trabalhistas mudaram, sendo necessário dinheiro para viver. Assim, aqueles que não possuem um emprego acabam buscando outras saídas, como o trabalho informal, que acaba fugindo dos olhos da lei.
Em um primeiro momento, é preciso refletir como o desemprego leva ao trabalho informal. Um dos motivos para que isso ocorra é a falta de opção, Gilberto Dimenstein, menciona em seu livro “Cidadão de papel”, exemplos que retratam isso, como uma mãe que não vê solução para alimentar seus filhos, recorrendo a vender doces no farol. Apesar de ser uma saída, esse tipo de trabalho acaba sendo um problema ao trabalhador mais pobre, já que não garante nenhum tipo de estabilidade ou direito.
Por outro lado, existem aqueles que recorrem a este modelo de trabalho na tentativa de fugir das taxas cobradas pelo governo que vêm de uma carteira assinada. Nesse caso existem dois tipos de situações: pessoas que fojem dos tributos por serem tão altos que a estabilidade da carteira de trabalho não compensa e aqueles que só visam o lucro indivídual, não enxergando que os impostos cobrados pelo governo seram revertidos em bem comum para todos.
Diante disso, compete ao governo e ao Ministério do Trabalho atuar de maneira conjunta, por meio de uma maior fiscalização, a fim de mapear os trabalhadores informais, por exemplo com pesquisas do IBGE. Além disso, o governo deve fazer um plano de maiores investimentos em áreas como saúde e educação, mediante a um novo plano de distribuição de rendas, com a finalidade de fazer os cidadãos enxergarem que sua colaboração traz resultados e ajudar aqueles sem condições. Só asssim as relações de trabalho no Brasil serão melhores.