O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI

Enviada em 25/09/2024

De acordo com Aristóteles:“a base da sociedade é a justiça.” Entretanto, o contexto do Brasil, no século XXI, o contraria, uma vez que o desemprego e as relações trabalhistas desmonstra ser uma questão de injustiça, o que desestrutura a base da sociedade. Nesse sentido, é preciso ter estratégias para alterar essa situação, tendo como causas a ausência de medidas governamentais e a falta de ação midiática.

Em primeiro plano, deve-se ressaltar a falta de ação midiática para combater o desemprego. Segundo Thomas Hobbes, o Estado é responsável pelo bem-estar da população, no entanto, o poder público se faz omisso ao negligenciar suporte para os desempregados, tornando as oportunidades inalcansáveis para os cidadãos, aumentando a quantidade de desemprego. Desse forma, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal.

Ademais, convém destacar a falta de ação midiática em relação aos modelos trabalhistas pré-existente. Assim, conforme Durkheim, “o fato social” é a maneira coletiva de agir e pensar. Sob essa visão, é possível perceber que o desemprego e as relações trabalhistas são influenciadas pelo pensamento coletivo, visto que se as pessoas crescem inseridas em um ambiente que ignora essa realidade, a tendência é de adotarem esse comportamento. Desse modo. dificultando a resolução de novas relações de trabalho.

Com isso, diante dos desafios supramencionandos, é necessária a ação conjunta do Estado e da mídia nacional para mitigá-los. Nesse âmbito, cabe ao poder público, na figura do governo federal, em parcerias com as mídias nacionais, por intermédio de campanhas de emprego e incentivo comercial, desenvolver o melhores oportunidades de emprego e aprendizado, com a finalidade de evoluir o pensamento coletivo, os indivíduos informados poderão cobrar o governo medidas de melhoria para suporte aos desempregados e para as relações trabalhistas. Por fim, certamente, a afirmação de Aristóteles será vivenciada por todos.