O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI

Enviada em 26/09/2024

De acordo com Aristóteles:“a base da sociedade é a justiça.” Entretanto, o contexto do Brasil, no século XXI, o contraria, uma vez que o desemprego e as relações trabalhistas demonstra ser uma questão de injustiça, o que desestrutura a base da sociedade. Nesse sentido, é preciso ter estratégias para alterar essa situação, tendo como causas a ausência de medidas governamentais e a falta de ação midiática.

Em primeiro plano, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o desemprego. Segundo Thomas Hobbes, o Estado é responsável pelo bem-estar da população, no entanto, o poder público não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como o emprego, o que infelizmente é evidente no país. Dessa forma, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal.

Ademais, convém destacar a falta de ação midiática em relação as relações trabalhistas. Assim, conforme Durkheim, “o fato social” é a maneira coletiva de agir e pensar. Sob essa visão, é possível perceber que as relações trabalhistas é influenciada pelo pensamento coletivo, visto que se as pessoas crescem inseridas em um ambiente que ignora essa realidade, a tendência é de adotarem esse comportamento ignorante. Desse modo, dificultando a resolução desse cenário prejudicial.

Com isso, diante dos desafios supramencionandos, é necessária a ação conjunta do Estado e da mída nacional para mitigá-los. Nesse âmbito, cabe ao poder público, na figura de governo federal, em parceria com as mídias nacionais, por intermédio de campanhas e palestras, desenvolver o pensamento coletivo, com a finalidade de informar a importância de ter medidas para colocar os cidadãos no mercado de trabalho, os indivíduos informados poderão cobrar o governo melhoramento das relações trabalhistas. Com isso, certamente a afirmação de Aristóteles será vivenciada por todos.