O desequilíbrio entre consumo e sustentabilidade
Enviada em 02/03/2026
Em outubro de 1988, a sociedade conheceu um dos documentos mais importantes do Brasil: a Constituição Cidadã, cujo conteúdo garante a proteção ambiental e o consumo sustentável de recursos naturais. Contudo, não é o que se percebe na realidade brasileira, tendo em vista os desafios para preservar as florestas nativas do país. Diante disso, é necessário analisar os motivos da falta de fiscalização para prevenir o desmatamento, bem como a relação entre a economia e a preservação ambiental.
De início, é importante destacar que a escassa supervisão das matas impossibilita combater efetivamente o desmatamento em território nacional. Segundo o escritor Gilberto Dimenstein, a legislação funciona somente no papel, mas, na prática, é ineficiente. Nesse sentido, tal tese pode ser comprovada na hodierna realidade brasileira, na medida em que o Governo Federal e os parlamentares não políticas públicas eficientes, pois falta investimento em uma fiscalização rígida para impedir queimadas, garimpo e retirada de recursos naturais de forma ilegal. A partir disso, tal fato se consolida como um problema social, já que a falta de planejamento do Estado contribui para o crescimento dos crimes ambientais no país.
Portanto, para garantir a preservação ambiental no Brasil e contribuir para impedir o aumento do aquecimento global. O ministério do Meio Ambiente, por meio de planejamentos em conjunto com o parlamento brasileiro, deve investir melhor na fiscalização de matas nativas que estão localizadas no território nacional, assim como impedir o avanço da fronteira agrícola em terras de proteção ambiental. Logo, isso deve ser feito a fim de promover o bem-estar social de comunidades que vivem nas encostas de florestas nativas e contribuir no combate ao aquecimento global, impedindo desastres ambientais que poderiam vir a ocorrer no país.