O desequilíbrio entre consumo e sustentabilidade
Enviada em 02/03/2026
A consciência ambiental das pessoas deve se dar por meio da educação. A medida que a sociedade avança por meio da industrialização frenética e o consumismo acelerado, ações precisam ser realizadas para que se haja um alento para o futuro sustentável.
Segundo o artigo 5ª da Constituição Federal do Brasil de 1988, é direito de todos a livre iniciativa e comércio, contudo órgãos e entidades funcionam como garantidores dos níveis de qualidade dos produtos desenvolvidos e postos nas prateleiras aos consumidores finais, como é o caso da ANVISA (Agência Nacional da Vigilância Sanitária ). Só a regulamentação não é suficiente para o desenvolvimento de produtos sustentáveis, é necessário que o poder público busque campanhas de incentivos econômicos ou até mesmo a redução de impostos aos produtores para que priorizem a produção com materiais que agridam menos o meio ambiente.
Do mesmo modo, ao consumidor final também serão repassados produtos menos degradantes com preços mais acessíveis. Nos dias atuais, boa parte das pessoas deixam de priorizar o meio ambiente por ocasião financeira e neste quesito cabe ao estado minimizar este impacto com campanhas educativas e os devidos incentivos. Toda essa iniciativa, respeitará devidamente os valores dos direitos humanos e da dignidade da pessoa humana e contribuirá para formar cada vez mais cidadãos conscientes e colaborativos com um planeta sustentável.
Por fim, a melhoria nos níveis de consumo com qualidade deve partir de todos, o Estado com políticas públicas que incentivem e favoreçam um cenário mais propenso ao desenvolvimento sustentável e os cidadãos com o dever de corresponder a estes incentivos, adquirindo um consumo mais consciente de forma concreta.