O desequilíbrio entre consumo e sustentabilidade

Enviada em 09/09/2019

As raízes da prática consumista começaram a ganhar força no período Entreguerras. No entanto, teve início nos Estados Unidos, e foi se difundindo para outros países. Dessa forma a cultura influenciou o consumo exacerbado e muitos brasileiros acabaram por endividar-se, consumindo além do saldo ganho.

Além disso, muitos brasileiros estão conseguindo mais créditos do que podem pagar, assim se endividando. Aliás, de acordo com o IBGE 50% das famílias brasileiras estão endividadas. Ademais, consumir mais que o necessário convém ao esgotamentos dos recursos naturais e na produção de lixo. Arnee Naess dizia o pensamento no futuro deve ser leal à natureza. Deste modo, a relação ao consumismo reflete diretamente a poluição do meio.

Essa situação se deve à alienação da mídia ao alto número de publicidades fazendo com que o consumidor consumisse além do estabelecido. Ainda mais, há uma grande parte da população vive em aparências, mostra-se, assim, que o pobre sofre mais, pois parcelam em muito pagando pouco replicando com isso o endividamento.

Diante do exposto, portanto, é necessário que haja uma intervenção estatal em executar de forma genérica a lei de aterrar sanitários, norma de responsabilidade social das empresas eletrodomésticos, pilhas e baterias. A sociedade por sua vez, programa que discorram sobre o assunto, alertando para as consequências e o cidadão ter a consciência de que pode ser maléfico, em algumas situações, consumir além do recomendado. Com isso a implementação de políticas sustentáveis iram garantir a redução de tal problema.