O desequilíbrio entre consumo e sustentabilidade

Enviada em 25/10/2019

Com o advento do Fordismo, após a Revolução Industrial, a produção em massa abriu espaço para a intensificação da cultura do consumismo na sociedade, disseminando diversos impactos para o planeta. Nessa perspectiva, a série “The Society” aborda jovens isolados em uma cidade com escassez de alimentos e demais riquezas naturais, os quais racionam seu consumo para não esgotarem seu estoque. Desse modo, cabe-se implementar a Bioeconomia como uma maneira de racionalização das riquezas naturais e redução do consumismo no Brasil.

A priori, deve-se entender o principal causador de tal cultura no país. Nesse sentido, o Marketing é esse agente, uma vez que seu papel é criar e satisfazer o desejo de compra dos clientes. Dessa maneira, as empresas investem nessa área em prol do aumento de seus lucros sem a devida preocupação com seus efeitos. Desse modo, entende-se como diminuição da problemática abordada, medidas para a conscientização das atitudes organizacionais.

Por conseguinte, consoante ao sociólogo Émille Durkheim, a solidariedade social é fruto da consciência coletiva. Por sua vez, fazendo-se analogia aos pensamentos de Pierre Bourdieu, em seu livro “O Poder Simbólico”, é exposto um poder, o qual só é “ativo” por aqueles que não o possui. Nesse viés, a racionalização, como uma medida contra o consumismo, só terá resultados caso a Comunidade se unifique as Empresas para obter, assim, resultados satisfatórios.

Portanto, infere-se que medidas sejam implementadas para a redução da problemática. Desse modo, cabe ao Governo desenvolver campanhas para disseminar à comunidade sobre os efeitos da cultura do consumismo, por meio de televisores e rádios. Por sua vez, ainda por esses meios, pode incentivar a prática da Bioeconomia, expondo para as organizações os riscos de suas não mudanças. Com isso, o Brasil diminuirá seu consumismo e propagará a solidariedade social, devido ao trabalho coletivo e mudanças disseminadas pelo Governo