O desequilíbrio entre consumo e sustentabilidade

Enviada em 17/06/2020

Segundo Sartre, filósofo francês, o ser humano é livre e responsável; cabe a ele escolher seu modo de agir. Logo, com o avanço do sistema capitalista, recai sobre o homem o compromisso de tornar o mundo mais sustentável. No século XXI, a preocupação com o desequilíbrio entre consumo e sustentabilidade, torna-se cada vez mais efetiva e notória. Esse cenário ocorre, infelizmente, devido não só  as empresas que investem em marketing digital, mas também  o consumo excessivo da sociedade brasileira.Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.

Em primeiro plano, é fulcral pontuar que as empresas que investem em marketing digital configura-se como o impulsionador desse desequilíbrio. Segundo o filósofo alemão Adorno, foi criado o conceito “indústria cultural”, cuja ideia está relacionada a uma padronização de valores transmitidos nos veículos de comunicação. De maneira análoga, é possível perceber que as empresas investem em propagandas e em influenciadores digitais para divulgar o seu produto, devido a essa estratégia do marketing a maioria das pessoas tornam-se alvos fáceis consumindo itens sem necessidade.Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.

Ademais, é imperativo ressaltar o consumo exagerado dos cidadãos como promotor do problema. De acordo com a pesquisa, atualmente as pessoas no mundo todo consumem 1,5 vezes o que o planeta tem para oferecer. Partindo desse pressuposto, o crescimento desenfreado e desproporcional do consumo, tornou-se notória no país, já que traz grandes consequências para o indivíduo e para o meio ambiente, como alta poluiçao l, entre outros fatores. Tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que o consumo excessivo contribui para a perpetuação desse quadro deletério.

Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com intuito de mitigar o desequilíbrio entre consumo e sustentabilidade, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Ministério da Comunicação, será revertido em propor estratégias para limitar o número de propagandas, por meio de  criação de um controle que estabeleça  um limite na publicação de propagandas, com objetivo tentar evitar o consumismo. Além disso, cabe o Ministério da Educação instituir, nas instituições, palestras administrada pelo um  profissional na área ambiental, que discutam os impactos causado pelo consumismo, com intuito  de estimular  novos hábitos para a construção de consciência ecológica.  Desse modo, atenuar-se, em média e longo prazo,o impacto nocivo doo desequilíbrio entre consumo e sustentabilidade.