O desequilíbrio entre consumo e sustentabilidade

Enviada em 30/10/2020

O consumo exagerado é um dos principais inimigos do meio ambiente e da sustentabilidade. É um problema muito discutido em setores sociais, políticos e econômicos. A sociedade estimula cada vez mais o consumismo em sua vida cotidiana. Pessoas se deixam levar e influenciar pela criação de novas necessidades, que são supridas apenas com a compra de novos produtos. A preocupação com a quantidade de recursos naturais que são extraídos é quase inexistente, por isso há a grande geração de lixo e destruição da natureza.

Comprar um produto, usar por pouco tempo, descarta-lo e buscar uma tecnologia mais avançada. Este é o ciclo que a maioria da população brasileira se encontra, potencializando assim, o capitalismo e consumismo.           A obsolescência programada é um método onde a empresa fabrica, distribui e vende um produto para consumo de forma que se torne obsoleto ou não funcional especificamente para forçar o consumidor a comprar outro mais novo e mais tecnológico. As desvantagens que mais se destacam com essa prática é o aumento do volume e da diversidade de resíduos, a redução da vida útil dos aterros e o aumento do consumo de insumos.

Comerciais bem elaborados, com alto grau de criatividade onde aparecem pessoas sorridentes, usando roupas de marcas famosas, famílias sorrindo reunidas tomando coca-cola, induzindo o consumidor a comprar cada vez mais, sem ter a noção de que na verdade essa falsa felicidade acabará quando as contas chegarem.

Sendo assim, fica evidente o desequilíbrio entre o consumismo e sustentabilidade. Para minimizar tal situação, o Ministério da Educação deveria criar projetos nas escolas que trabalhem na conscientização dos alunos, incentivando a reutilização, a reciclagem e o controle do consumo. A mídia tem o papel fundamental no desenvolvimento sustentável, já que a mesma tem grande poder  e influência sobre as pessoas, levando-as a praticar ações como a reciclagem.