O desequilíbrio entre consumo e sustentabilidade
Enviada em 21/11/2020
Desde a implantação do modelo capitalista, após a Revolução Industrial no século XVIII, ocorreu diversas transformações que reflete até os dias atuais. Como o consumo não sustentável do meio ambiente influenciado não só pelas grandes empresas mas também pela população.
Em primeira análise, perante a Constituição Federal de 1988,é dever de todos preservar e cuidar do meio ambiente para as presentes e futuras gerações. Entretanto, não encontra esse cenário, pois grande parte do bioma vem sendo destruído, pelas empresas com intuito de fabricar bens como aparelhos celular, televisões, moveis entre outros. Logo, percebe a necessidade de extrair cada vez mais tais recursos.
Por consequente, segundo Zygmunt Baumam, em sua obra “modernidade liquida” relata que vivemos em um tempo liquido em que nada foi feito para durar. Nesse contexto, é notório que o consumo inconsciente e desfreado da população se tornou uma grande ameaça ao meio ambiente, influenciando as empresas capitalista a produzir em excesso, aumentando a emissão de poluentes.
Portanto, torna-se necessário resolver o impasse. Cabe ao Ministério da Educação (MEC), criar campanhas em escolas que visam o aumento do senso critico das crianças por meio de palestras para que tornem indivíduos com consumo responsável. Ademais, o Ministério do Meio Ambiente (MMA), deve ser mais rigoroso na proteção do bioma, por meio de fiscalização das áreas, aplicar multa ao excesso de extração ou em não permitida. Assim, diminuirá o consumo desequilibrado da população assegurando os deveres constituintes.