O desequilíbrio entre consumo e sustentabilidade

Enviada em 22/02/2021

O uso acelerado de bens de consumo pode citar de maneira distintas mas por exemplo é o desperdício de alimentos, quantidades excessivas de lixos, turismo irresponsável. Fatores responsáveis do mau uso dos recursos naturais que se encontram em ameaça.

Segundo a teoria Malthusiana, por Thomas Malthus, propôs que a população estaria em crescimento de progressão aritmética enquanto a produção de alimento em progressão geométrica, ou seja, resultando a falta de alimento para população e miséria. Mas, no entanto isto não ocorreu, pois, as indústrias aumentaram a produção para exportação e para o mercado interno. Uma pesquisa realizada pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) apresentou que a família brasileira desperdiça cerca de 128quilos de alimento por ano uma realidade comportamental na rotina das famílias sendo que ainda se encontra em uma crise de miséria em determinadas partes do país, a falta de alimento é um fato decorrente do nordeste um programa criado para combater este problema foi a bolsa família que auxilia as famílias carentes da região.

Em virtude, com a Terceira Revolução industrial, século XX, um avanço das indústrias em pesquisas tecnológicas fez com que a produção se alavancasse ocasionando o capitalismo desenfreado, consumidores reféns dos produtos, marketing pelas redes socias. Um estudo feito pelo Fundo Mundial Ambiental (WWF) apresenta que o Brasil é o quarto país que mais produz lixo, cerca de 11mil toneladas por ano são descartadas de maneiras indevidas no eu ambiente.

Mas também o turismo se inclui no sistema de desenvolvimento sustentável por meio que os turistas cheguem ao seu destino e pratique maneiras de favorecer o meio ambiente. O apoio aos negócios locais é fundamental para o desenvolvimento, inclusão de trabalhadores no mercado de trabalho e incentivo às práticas locais, como por exemplo, o artesanato.

A sustentabilidade, conclui-se, está comprometida com a sociedade moderna. Para reduzir este problema estabelece ao Ministério da Educação implantar projetos sustentabilidade como reutilizar plásticos, controle de consumo, além de propagandas para incentivar as práticas corretas. Mas também do Governo Federal intensificar a lei 9.605/98 de crimes ambientais e forçar a severidade das punições, para que as leis já vigentes possam ser cumpridas. Assim possa nutrir o desenvolvimento sustentável e duradouro.