O desequilíbrio entre consumo e sustentabilidade

Enviada em 21/02/2021

Em Brundtland no ano de 1987, surge o conceito de desenvolvimento sustentável, comissão realizada por causa que nos anos anteriores identificado que o consumo estava exagerado e irresponsável causando preocupação dos recursos ambientais. Dentre tantos fatores, que causa a desproporção entre o consumo e a sustentabilidade, destacam-se: a falta de conscientização da população e a produção descontrolada sem um controle ambiental.

De modo geral, cada indivíduo deveria ter em mente que reciclar seu lixo faz parte diária de preservar o meio ambiente. Esse ato reduziria o impulso de ter “tudo”: eletrônicos, roupas, carros, etc. Porém, isso ainda é uma realizada distante, conforme relatório da ONU (Organizações das Nações Unidas) em 2016 foram gerados 44,7 milhões de toneladas de lixo eletrônico no mundo, no qual 4% foram jogados em aterros sanitários; 76% incinerados ou reciclados em operações inseguras. E, por pessoa, constatou-se um desperdício médio de 6,1 Kg, tendo um aumento de 5% em relação a 2014.

Além disso, os fabricantes não têm ou demoram em implementar um plano sustentável no processo de fabricação de seus produtos. Uma pesquisa feita pela Fundação Dom Cabral com 400 empresas aponta que 78% afirmam que o tema está na estratégia de negócio e 36% têm ações concretas. Essa proporção também demonstra a falta de comprometimento das empresas em tentar o equilíbrio entre a produção e a natureza e do governo em fiscalizá-las.

Em vista dos argumentos mencionados, deve-se com urgência, com maior participação do governo, aumentar as campanhas de como reciclar todo tipo de lixo para a população, isso através de publicidades e incentivos, por exemplo, redução do IPTU e, nas empresas, com a desburograticação de processos.