O desequilíbrio entre consumo e sustentabilidade

Enviada em 22/02/2021

Ao longo dos anos, houve uma “urgência/emergência” das questões ambientais, principalmente, em função das mudanças climáticas e o aquecimento global. O consumismo mundial se tornou uma crise ambiental com elevado nível de poluição e precariedade do saneamento básico com impacto direto na saúde pública, inclusive,  em países desenvolvidos. Segundo, o Relatório de Riscos Globais/2020, emitido pelo Fórum Econômico Mundial em Genebra, os cinco primeiros riscos com probabilidade de ameaças e impactos econômicos estão amparados ou pautados nas questões do meio ambiente.

Ademais, o Brasil sediou em 1992 o primeiro fórum mundial sobre sustentabilidade que tinha como princípio o desenvolvimento econômico através de um consumo responsável e sustentável. Dessa forma, autoridades mundiais se reuniram para compor uma cadeia solidária com o propósito de preservar o ambiente em que vivemos com premissas básicas: diminuir o desperdício e reutilizar produtos.

Atualmeante, vivemos em uma sociedade altamente tecnológica com recursos para diminuir as queimadas através de satélite e internet, sistemas  para o reuso e consumo responsável da água,  soluções de engenharia para energia solar, aeólica e saneambento básico, processos epidemiológcios em  saúde pública, bem como amparo social da população indígena.

Sendo assim, todos esses processos de reestruturação poderão obter exito, desde que, sejam fortalecidos através de leis mais severas, fiscalização governamental, amparo social, equidade no Direito e ações ambientais  com base em estrutura demográfica e geopolítica.