O desequilíbrio entre consumo e sustentabilidade

Enviada em 22/02/2021

Com o advento e a ascensão do Capitalismo no mundo contemporâneo, há uma preocupação sistêmica que envolve a responsabilidade sustentável entre a produção e consumo, bem como a capacidade de suporte do ecossistema.

A sociedade moderna vem priorizando a utilização de produtos em detrimento dos valores considerados de fato essenciais e uma das vertentes que corrobora para este cenário é a obsoloscência programada gerada por meio das indústrias onde produtos perdem sua funcionalidade em curto prazo, obrigando o consumidor a comprar um novo produto.

O Artigo 225 da CF de 1988, aborda a importância do meio ambiente ecologicamente equilibrado, visando preserva-lo para as presentes e futuras gerações. Esta interação se torna complexa e desequilibrada quando há uma desproporção no Sistema Capitalista pela produção de bens e serviços, pois toda matéria prima é uriunda dos recursos naturais. Em contrapartida, o consumidor por suas vez gera cada vez mais um dispêndio exagerado sem canalizar os processos de reutilização e reciclagem contribuindo para um descaso com a natureza e demais infortúnios, comprometendo a qualidade de vida das futuras gerações.

Com esta vertiginosa ampliação nos índices de utilização é reiterado a importância de um meio ambiente equilibrado, levando em consideração  sua capacidade de suporte com adoção de práticas sustentáveis que podem ser cruciais para o sistema ecológico.

Em virtude dos fatos mencionados medidas de ampliações e políticas de conscientização devem ser potencializadas, mostrando a lesividade que ações de dispêndio exagerado e a psedo-necessidade pode contribuir negativamente para o planeta quando não há uma responsabilidade social e individual .

Tais medidas poderão atenuar impactos negativos no ecossistema e por conseguinte gerações atuais e futuras poderão desfrutar de um meio ambiente mais equilibrado obtendo mais qualidade de vida.