O desequilíbrio entre consumo e sustentabilidade

Enviada em 17/05/2021

No documentário “Minimalismo: um documentário sobre as coisas importantes, de Matt D’Avella, conta a história de dois homens jovens que estão à procura de uma vida mais sustentável e menos consumista, desde que expostos à cultura do consumismo imposto pela publicidade. O objetivo deles é abandonar os hábitos de consumo impulsivo. Para isso, tenta-se entender a sociedade do século XXI, que há problemas de consumo e onde a sustentabilidade se encaixa nisso.

Um exemplo de pessoa com problemas de consumo, está no filme “Os delírios de consumo de Becky Bloom”, o qual Becky é consumista impulsiva e compra muita coisa desnecessária e isso se torna um problema. Situações como o de Becky se fazem presentes na sociedade brasileira principalmente pelo capitalismo, onde o sistema econômico visa ao lucro. Segundo Millôr Fernandes, “Quando começou a comprar almas, o diabo inventou a sociedade de consumo”.

Entretanto, há a sustentabilidade como forma de conscientizar-se sobre o consumo, e é assim que nota-se o enorme desequilíbrio sob esses dois conceitos. Além de promover uma vida mais simples materialmente falando, a sustentabilidade visa o conservamento da natureza, de modo que, quanto menos consome-se como sociedade, menos lixo gera-se e mais conserva-se o meio ambiente.

Dessa forma, pode-se perceber que é alentado a discussão sobre o desequilíbrio entre consumo e sustentabilidade. Nesse âmbito, cabe ao Ministério do meio ambiente e o Ministério da saúde, criar por meio de propagandas, campanhas para alertar a população sobre essa consumação excessiva e as consequências para o meio ambiente, assim promovendo uma reflexão na população. Dentro desta proposta, inclui psicólogos disponíveis para as pessoas com problemas de consumo impulsivo. Somente assim, será possível a sociedade brasileira ser mais consciente de seus hábitos como compradores e ir em direção ao sustentável.