O desequilíbrio entre consumo e sustentabilidade
Enviada em 26/08/2021
No documentário chamado “O caos- o mundo sem petróleo.” É possível constar um cenário desafiador daquilo que aconteceria no dia em que as reservas de petróleo deixassem que chegassem ao fim, o que mudaria no mundo e a maneira como as pessoas iriam se adaptar. No Brasil é bem perceptível o desequilíbrio entre o consumo e a sustentabilidade, havendo consumismo na sociedade e a pouca preocupação na busca por uma vida sustentável.
O consumo exagerado dos cidadões configura-se como impulsionador dessa contraposição, segundo Theodor Adorno, na “indústria cultural” os produtos são adaptados de acordo com o gosto das massas, na mesma medida em que geram o desejo de consumir. Sob a ótica do sociólogo alemão, entende-se que, propagandas criativas associadas às mercadorias que a população gostaria de adquirir e incentivam a compra de itens que, na realidade na maioria das vezes, não necessitam. Nesse modo, o percentual elevado a vendas, principalmente dos eletrônicos não constitui-se como um método sustentável, seja por sua produção ou composição.
Ainda convém lembrar que, uma maneira de viver com mais sustentabilidade não representa uma meta para a população. Contudo tornou-se notório no país que a problemática ainda não significa uma prioridade, uma vez que eleva-se mais o número de desmatamentos e poluição para a produção de bens de consumo. Sendo assim, faz-se relevante a união dos estados e dos cidadãos na busca por um desenvolvimento saudável.
Portanto a disparidade entre o consumo e sustentabilidade exige uma resolução efica. Nesse contexto, o governo pode, na atuação do poder legislativo, limitar o número de propagandas reproduzidas em grandes emissoras de televisão já que possuem grande poder de coerção social, na tentativa de evitar o comunismo e, em parceria com a mídia. E o estado poderia aumentar o valor de multas para empresas que desmatam àreas de reservas florestais.