O desequilíbrio entre consumo e sustentabilidade
Enviada em 04/11/2021
Segundo a célebre frase de Aristóteles, filósofo grego, “A natureza não faz nada em vão." Entretanto, os homens não se responsabilizam pelos problemas da atualidade. Dessa forma, podem-se destacar ações que corroboram com as drásticas alterações climáticas e o avanço de uma agricultura pouco sustentável. Sendo assim, é fundamental que providências em decorrência de uma melhora na qualidade de vida do ser humano sejam tomadas.
É fundamental destacar que, as alterações climáticas são de direta responsabilidade humana. O avanço tecnológico e dos meios de produção mundial não trouxe junto a si novidades no que tange o assunto poluição. Segundo a revista Brasileiro de Fato, a empresa petrolífera Shell, foi condenada em 2019 a reduzir seus níveis de emissão de poluentes em 45% até o ano de 2030. Esses gases, que são lançados à atmosfera durante o processo de produção de petróleo, são responsáveis pelo efeito estufa, que por sua vez, com o passar dos anos, alteram a temperatura climática.
Ademais, o avanço de uma agricultura pouco sustentável também é responsável por prejudicar as nossas vidas e meio ambiente como um todo. O avanço dos campos de produção de agricultura impactam diretamente na perda de biodiversidade de qualquer origem devido o desmatamento e poluição dos campos ocupados para produção agrícola. Além disso, o uso de produtos e adubos químicos para tratar o plantio, acaba por colaborar ainda mais com a poluição dos rios e solos. Por fim, os dados supracitados são referentes a fonte UOL educação.
Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para devolver ao homem uma qualidade de vida digna. A redução dos índices de poluentes precisa ser alcançada de maneira mais breve possível, para que possamos evitar que danos irreversíveis apareçam de maneira inoportuna em nossas vidas. O Poder Legislativo do país, juntamente ao setor Petrolífero Brasileiro e o Ministério da Agricultura, devem buscar meios de diminuir os índices de poluição, seja pelo avanço da ciência e novas tecnologias empregadas aos meios de produção, ou forçosamente, por leis, feitas pelo Poder Legislativo, que obrigam a diminuição dos índices de poluentes.