O drama das pessoas desaparecidas

Enviada em 01/11/2019

Na série da Netflix “Dark”, retrata o drama sobre quatro famílias que vivem em uma pequena cidade alemã. Suas vidas são completamente atormentadas quando duas crianças desaparecem misteriosamente. No entanto, quando se observa no Brasil, nota-se, que essa ideia está interiormente ligada à realidade do país. Seja pelo escassez de manutenção nos programas de segurança, seja pela lenta mudança de mentalidade social.

É indubitável que a questão do inato e a sua aplicação esteja entre as causas do problema. Segundo Martin Luther King, toda hora é a hora de se fazer o que é certo. De maneira similar, percebe-se que o escassez de manutenção nos programas de segurança rompe esse entendimento. Conforme o Ministério de Justiça, a cada hora que passa, 22 pessoas desaparecem. Ou seja, apesar de ser importante, esse cadastro apresenta falhas como desatualização e falta de controle. Assim, agravando esse problema no nosso país.

Outrossim, destaca-se a lenta mudança de mentalidade social como mobilizadora desta causa. De acordo com Martin Luther King, não há nada mais perigoso do que a ignorância humana. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que os trotes pode gerar grandes problemas psicológicos aos familiares e na investigação da pessoa desaparecida. Fazendo assim, transmissões desse pensamento em geração a geração, dificultado a solução desse problema no nosso país.

É evidente, portanto que há dificuldade para construir um mundo melhor. Logo, o Estado deve potencializar as investigações dos desaparecimentos, com criações de delegacias especializadas nesse acontecimento em todo território nacional para que haja eficiência e eficácia na busca da vítima. A mídia apoie as Ongs com campanhas preventivas desse sumiço, para melhorar a segurança e diminuir as ocorrências de desaparecimento. A fim, de que não viva a realidade das sombras, como a mitologia da caverna