O drama das pessoas desaparecidas
Enviada em 25/06/2020
Promulgada pela ONU- Organização das Nações Unidas em 1948 a declaração dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito a saúde, educação, segurança e ao bem- estar social. Todavia, os obstáculos em relação o drama das pessoas desaparecidas, dificultam a qualidade de vida da população brasileira, tornando esse direito utópico.Nessa perspectiva, é fato que esse revés é motivado por questões sociopolíticas.
Antes de tudo, é preciso analisar as dimensões de bases políticas acerca dessa problemática. Desse modo, há falhas políticas de articulação da sociedade civil e segundo Platão “O importante não é viver, mas é viver bem”. Nesse sentido, cerca de 17% dos brasileiros têm algum ente querido desaparecido o que deveria refletir na boa segurança principalmente da qualidade de vida e do bem-estar, mas que se opões com a ajuda da irresponsabilidade governamental e policial sem reflexão nos efeitos negativos dessa prática. Segundo dados da CIVIC - Comitê Internacional Da Cruz Vermelha 1458 mil pessoas estão desaparecidas no Brasil.
Além disso, fatores sociais contribuem para a propagação desse problema. Questões como tráfico humanos, sequestro de pessoas com necessidades intelectuais e violação dos direitos humanos são aspectos hostis da sociedade brasileira a vulnerabilidade da segurança social. Nesse sentido, a falta de saúde, educação e bem - estar social interferem na qualidade de vida dos brasileiros e se perpetuam geram conflitos sociais.
Infere-se, portanto, que para mudar esse cenário é necessário que o governo unindo -se a ONU, enfatize a importância dos Direitos Humanos e promova reflexões através de programas de integração social, como cursos de capacitação para policiais, assistentes sociais, psicólogos e assistentes sociais com princípios sociais mais justos que colaborem para o desenvolvimento da segurança nacional e proteção das famílias brasileiras, garantindo assim os direitos humanos de bem-estar e segurança.