O drama das pessoas desaparecidas
Enviada em 18/11/2021
Segundo o chefe de estado do Vaticano Papa Francisco, “Estamos vivendo uma crise não só financeira, mas também humanitária”. Dessa maneira, observa-se como o drama das pessoas desaparecidas no Brasil é um problema enraizado que ainda causa adversidades no século XXI. Desse modo, há causas que agravam essa problemática, a exemplo, a prostituição e o desamparo governamental.
Cabe mencionar, em primeiro plano, como a prostituição de mulheres influencia negativamente com o drama das pessoas desaparecidas no território brasileiro. Sob essa óptica, de acordo com dados da ONU, 250 mil pessoas desaparecem anualmente, sendo 73% do sexo feminino com o intuito de serem liciadas para fins sexuais. Nesse prisma, é evidente como a fatalidade de pessoas desaparecidas é agravado com a prostituição, além de alguns casos serem integradas ao trabalho forçado.
Além do mais, é notório como desamparo governamental aumenta o drama das pessoas desaparecidas. Nesse contexto, segundo o filósofo inglês Thomas Hobbes, em seu contrato social, é dever do estado garantir o bem-estar da populção. Entretanto, não é isso que ocorre, visto que, de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2021, cerca de 63 mil pessoas desapareceram no último ano, e assim, destaca-se a falta de um poder público preocupado com os casos de pessoas desaparecidas.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham amenizar o drama das pessoas desaparecidas no Brasil. Para isso, cabe ao Ministério da Segurança, fazer o aumento de verbas e investimentos em delegacias voltadas para os casos de desaparecimentos com ênfase a prostuição e a intregação ao trabalho forçado, por meio do aumento de concursos aos policiais a esses casos específicos, além de leis mais severa aos criminosos responsáveis, e uma parceria com redes sociais e jornais para o difulgamento dos desaparecidos em todo o território brasileiro; tudo isso com a finalidade de conter os casos de pessoas desaparecidas.