O drama das pessoas desaparecidas
Enviada em 17/11/2021
Policarpo Quaresma, protagonista de Lima Barreto, do clássico livro ‘‘O triste fim de Policarpo Quaresma" sempre teve como característica mais marcante um nacionalismo ufanista, acreditando em um Brasil utópico. Entretanto, o drama de pessoas desaparecidas torna o país ainda mais distante do imaginado pelo sonhador personagem.
Nessa perspectiva, seja pela falta de incentivo da população, seja pela negligência governamental, o descaso com os desaparecidos continua, afetando de forma neegativa o cotidiano brasileiro, o que exige reflexão urgente.
Em primeira análise, o descaso estatal com crianças desaparecidas monstra-se um desafio ás comunidades mais carentes, uma vez que poucos recursos são destinados pelo estado, com medidas de resposta rápida ao sumiço dessas pessoas. De acordo com o portal “Meu Filho Sumiu” a cada ano 250 mil pessoas somem misteriosamente, Destas estimasse que 40 mil são menores de idade de classe baixa.
Somando a isso, a falta de incentivo ao governo pela população dificulta na execução de melhorias no sistema de desaparecidos. Segundo o jornalista irlândes George Bernard Shaw " O progresso é impossivel sem mudanças". Analogamente reivindicações da sociedade pelo desaparecimento desses cidadãos, são necessárias para a realização de mudanças nessa área.
Portanto, a desaparição de pessoas, no Brasil apresenta barreiras preocupantes. Para amenizar esse cenário, urge que o Estado invista por meio de verbas governamentais, em leis de procura imediata ao sumiço, a fim de obter maior sucesso na busca por essas pessoas. E ainda cabe a populção promover manifestações, mediante de abaixo assinados direcionados ao governo, com intuito de pressionar o Ministério da Justiça, com objetivo de adotar medidas de maior seguranças por intermedios de policiais municipais e civis em bairros carentes. Somente assim será possível combater o drama de familias com pessoas desaparecidas