O efeito das redes sociais na autoestima dos usuários

Enviada em 26/10/2025

Na série da Netlfix “Black Mirror”, há um episódio no qual as pessoas vivem em uma realidade em que o engajamento nas redes sociais define seu status social e financeiro, fazendo todos competirem em desespero para terem mais curtidas. Semelhantemente, no mundo e no Brasil atual, aqueles que têm acesso à internet e outras mídias demonstram uma preocupação excessiva com aparências e com o que está na moda. Tal comportamento pode ser nocivo ao indivíduo e causar problemas de autoestima, uma vez que a comparação com os bem-sucedidos é uma faca de dois gumes, pois é ótima para a fama midiática, mas destrutivo para a saúde mental do ser.

Historicamente o homem sempre se comparou ao mais forte, seja em seu grupo de amigos, em seu trabalho e nas mais diversas áreas de sua vida, entretanto essa comparação poderia ser enfraquecida uma vez que descobrissem as pequenas falhas que não tornavam a imagem perfeita do outro tão pura quanto parecia mas e se existisse um ambiente no qual é impossível ver as fraquezas daquele que era o mais forte, isso são as redes sociais que o permitem observar apenas. O que quiserem deixar amostra sendo geralmente pontos positivos de alguém fazendo desse ambiente. O local perfeito para uma comparação com consequências graves como a menor autoestima, confiança e liberdade dos usuários.

Nesse contexto a infame frase de Thomas Hobbes que o homem é lobo do homem se aplica uma vez que a angústia de não se encaixar é gerado justamente pelos que sencaixam em uma comunidade virtual com valores fluidos e são vistos como exemplo nela um termo histórico de significado semelhante é o de yankee, dados a cidadãos nova-iorquinos que tinham um estilo de vida rico e saudável que era cobiçado pelas classes mais baixas da sociedade americana.