O efeito das redes sociais na autoestima dos usuários
Enviada em 23/04/2025
Apesar da exitência de leis que cuidam da saúde mental da população, a realidade brasileira ainda demonstra falhas significativas quando à efetivação desses direitos, especialmente diante o efeito das redes sociais na autoestima dos usuários . Desse modo, a comparação, em consonância com o desabono social, são os principais pilares para esses conflitos.
Nesse contexto, a autocomparação é um fator determinate para a manutenção da questão em debate. Isso ocorre porque as pessoas acreditam em tudo que assistem em suas rede sociais, o que gera uma comparação consigo mesmo e uma elevada frustração. Nesse sentido, de acordo com o IBGE, 90% dos usuários das redes sociais afirmam estarem insatisfeitos consigo mesmo. Logo, percebe-se a urgência de medidas que revertam esse cenário.
Ademais, para a socióloga Hannah Arent em sua obra “Banalidade do Mal”, o mal muitas vezes perpertua não por pervesidade, mas pela indiferença cotidiana das pessoas. Essa ideia se faz presente na realidade brasileira, onde muitas pessoas acham normal viverem insatisfeitas e comparado suas vidas com a vida de outras pessoas . Assim, essa insatisfação afeta tanto a autoestima fisíca, quanto a autoestima psicológica.
Portanto, com intuito de mitigar o efeito das redes sociais na autoestima dos usuários, urge que o Esado, como promotor e garantidor do bem-estar social, disponibilize subsídios para que o Ministério da Saúde, reverta essa verba em contratação de profissionais, que por meio de workhops nas escolas, ensinariam toda a comunidade sobre os perigos da atocomparação. Além disso, mostrariam que é muito importante cuidarem de sua saúde mental.