O efeito das redes sociais na autoestima dos usuários
Enviada em 27/04/2025
Desde a segunda revolução industrial iniciada no final do século XIX, a humanidade se beneficiou de vários avanços trazidos pela modernidade, são exemplos: antibióticos, geladeira, esgoto encanado. E possivelmente a maior delas, a internet, que deixou o mundo inteiro a um click de distância, porém, trouxe consigo diversas consequências negativas, uma delas, a interferência na autoestima dos usuários por meio das redes sociais.
Segundo o relatório “Girls’ Attitudes Survey 2020”, 80% das garotas de 11 a 21 anos pensam em mudar sua aparência, e isso está estreitamente ligado as redes sociais. Corps perfeitos, viagens inesquecíveis, relacionamentos dignos de contos de fadas, alguns dos muitos exemplos do que os usuários são bombardeados diariamente, sendo os mais jovens os mais afetados por essa pressão estética e social.
Não se pode ignorar que, por mais que mulheres jovens e meninas sejam muito prejudicadas por isso, os meninos também são grande parcela dessa questão. Influenciadores com esse público alvo contribuem muito para essa problemática, com frases do tipo: “tudo depende de você”, “você não é rico porque não quer”, “não há pobreza que resista a 14 horas de trabalho”. Em suma, esses são problemas que afetam diretamente o futuro da humanidade, afinal, depressão e ansiedade já são o mal do século XXI.
Afim de amenizar e erradicar essas “novas” mazelas da sociedade contemporânea, é dever do Governo federal junto ao congresso nacional, aprovar uma lei para a regulamentação das redes sociais (sem ultrapassar a barreira da liberdade de ideias). Já para casos indiretos, como auto comparação com famosos, o Ministério da educação deve tomar providências para que todas as instituições de ensino possam contar com pelo menos um profissional da área da psicologia.