O efeito das redes sociais na autoestima dos usuários

Enviada em 29/05/2025

A Constituição Federal de 1988, assegura os direitos e o bem-estar da população.

Entretanto, quando se observa a deficiência de medidas na luta contra os efeitos das redes sociais na autoestima, verifica-se que este preceito é constatado na teo-

ria e não desejavelmente na prática. Dessa maneira, é evidente que a problemática se desenvolve não só devido a extrema comparação com outras pessoas, mas tam-bém a exposição a padrões de beleza irrealistas.

Diante desse cenário, segundo o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, “todos somos iguais e temos direito a perseguir nossa própria versão da felicidade. Nesse sentido, vê-se que essa idealização deveria ser adaptada pela sociedade brasileira, porém com o crescimento das redes sociais, analisa-se como as pessoas buscam pela validação e aprovação de outras, deixando de lado sua própria felicidade, assim adquirindo vários problemas psicológicos e de auto-

estima. Com base nisso, uma mudança urgente e pragmática deve ser realizada.

Ademais, estudos revelaram que as redes sociais repercutem predominantemen-

te de forma negativa na autoimagem corporal de seus usuários. Nessa mesma lógi-

ca, essa influência negativa por estar presente na atual sociedade brasileira na medida em que são mostrados estilos de vidas irreais, permitem a comparação e o sentimento de insuficiência sobre os espectadores, assim como a ausência de representatividade de corpos reais e a ilusão de vidas perfeitas. Dado isso, verifica-se que essa é uma situação de tamanha vergonha e urgência.

Portanto, para mitigar os efeitos negativos das redes sociais, é necessário que as escolas, órgão de educação máxima, promova campanhas midiáticas, por meio de palestras e panfletos. Afim de uma sociedade de jovens mais saudáveis mentalmente e equilibrados.