O efeito das redes sociais na autoestima dos usuários

Enviada em 30/05/2025

A Constituição Federal de 1988, ao assegurar a dignidade e bem-estar social, estabelece diretrizes fundamentais para a garantia dos direitos da sociedade brasileira. No entanto, a inefetividade na aplicação desses preceitos é evidente, visto que as redes sociais vem trazendo efeitos negativos na autoestima dos usuários, o que configura um sério problema social contemporâneo. Nesse contexto, o enfrentamento da autocomparação impõe-se como uma prioridade urgente, demandando a implementação de políticas públicas eficazes e a ampliação do suporte psicológicos às vítimas.

Diante desse cenário, as políticas públicas ineficazes possibilitam o efeito negativo das redes sociais na autoestima dos usuários. Consoante sociólogo Émily Dukheim, uma sociedade sem regras claras, sem valores e sem limites encontra-se em estado de anomia social. Nesse sentido sociológico, esse estado anômico pode ser observado na atual realidade brasileira na medida em que as políticas públicas ineficientes permite a falta de ações governamentais voltadas para a educação digital, fazendo assim com que os usuários se comparem e se isolem pela baixa autoestima, por exemplo. Com base nisso, uma mudança urgente e pragmática deve ser realizada.

Ademais, é válido ressaltar as mídias como um dos motivadores desse problema. Segundo o sociólogo Zygmunt Bauman, vivemos numa sociedade “líquida”, onde tudo é instável e descartável, inclusive a autoestima. Nesse contexto, tal pensamento também pode ser observado com concretude o efeito que as redes sociais afetam a autoestima desses usuários, uma vez que a negligência do governo possibilita o agravamento da ansiedade e da depressão, por exemplo, já que não há suporte psicológico necessário para esse problema. Assim, torna-se imprescindível a dissolução dessa conjuntura.

Portanto, para que o efeitos negativos das redes sociais na autoestima dos usuários seja de fato eliminada, o governo federal -maior autoridade do país- deve implementar políticas públicas, por meio da educação digital e o bem-estar psicológico dos jovens e adultos, com a ajuda de especialista no assunto, como psicólogos e terapeutas, por exemplo. A fim de possibilitar um país melhor.