O efeito das redes sociais na autoestima dos usuários
Enviada em 31/05/2025
A Constituição federal, promulgada em 1988, prevê que todos os cidadãos têm direito à dignidade. No entanto, o não cumprimento desse preceito é evidente, visto que grandes são os problemas causados pelos efeitos das redes sociais na autoestima dos usuários. Nesse sentido, é necessário analisar a negligência governamental e a má influência midiática, que acabam tornando essa problemática uma realidade.
Diante desse cenário, as políticas públicas ineficazes possibilitam os efeitos das redes sociais na autoestima dos usuários. Consoante ao filósofo John Locke, em o “Contrato social”, os cidadãos cedem sua confiança ao Estado que, por outro lado, deve garantir os direitos básicos a eles. Contudo, está nítido que o governo não cumpre sua obrigação para com a sociedade, uma vez que as políticas públicas ineficientes permitem que ocorra uma pressão para buscar os padrões irreais, o que também leva para a prática do cyberbullying, por exemplo. Assim, uma mudança urgente e pragmática deve ser realizada.
Ademais, percebe-se ainda que a influência negativa da mídia vem atuando como agente potencializador dessa situação. Consoante ao filósofo Noam Chomsky, “A imprensa pode causar mais danos que a bomba atômica e deixar cicatrizes no cérebro.” Dessa forma, essa mídia causadora de danos pode ser observada na atual realidade brasileira, na medida em que essa péssima influência permite que ocorra a busca incessante pela comparação social nas mídias, levando à insatisfação corporal e a problemas de saúde mental, por exemplo. Dessa maneira, entende-se essa questão como uma situação cuja resolução deve ser imediata.
Portanto, para que os problemas causados pelos efeitos das redes sociais na autoestima sejam de fato eliminados das mídias, é necessário que o governo federal - maior autoridade do país - promova campanhas socioeducativas, por meio de palestras que serão desenvolvidas nas mídias, a fim de desenvolver um sistema da mídia mais eficiente.