O efeito das redes sociais na autoestima dos usuários

Enviada em 30/05/2025

A Constituição Federal, promulgada em 1988, prevê que todos os cidadãos têm direito à segurança. No entanto, o não cumprimento desse preceito é evidente, visto que grandes são as causas e consequências da negligência midiática e dependência da aprovação externa como contribuidores dessa realidade.

Diante esse cenário, a negligência midiática é um motivador já que as redes sociais têm se tornado um ambiente propício para a cultura do cancelamento e críticas agressivas. Quando usuários compartilham opiniões ou aspectos de suas vidas, podem ser alvos de ataques pessoais e comentários depreciativos, o que afeta gravemente sua autoestima, especialmente em momentos de vulnerabilidade. Essa exposição constante a críticas pode gerar sentimentos de inadequação e solidão, além de contribuir para problemas de saúde mental, como ansiedade e depressão. Como resultado, muitos usuários se afastam das redes sociais ou se tornam mais isolados.

Além disso, outro efeito negativo das redes sociais é a dependência da aprovação externa. Muitos usuários passam a avaliar seu valor pessoal com base em curtidas, comentários e compartilhamentos, o que resulta em uma autoestima frágil, que varia conforme o feedback recebido. Quando as interações são positivas, a autoestima aumenta; no entanto, a falta de reconhecimento ou críticas pode levar a quedas significativas na autoconfiança. Essa dependência distorce a percepção que os indivíduos têm de si mesmos e pode causar comportamentos prejudiciais, como comparação constante com os outros e abandono de atividades que antes traziam satisfação pessoal em prol da busca por validação nas redes sociais.

Portanto, para que o combate aos efeitos das redes sociais na autoestima dos usuários, seja de fato eliminado. É necessário que o Governo Federal, maior órgão de autoridade do país, promova leis e campanhas socioeducativas, a fim de possibilitar uma sociedade melhor