O empreendedorismo digital em questão no Brasil

Enviada em 10/03/2022

O mercantilismo, processo econômico do século XVI, caracterizou a expansão do comércio para além das fronteiras conhecidas e trouxe novas culturas. No século XXI, a Era da Informação, o modo de vender e comprar esta polarizado entre digital e físico. Graças aos avanços tecnológicos haverá mais profissionais com propósitos a aderir tal mercado, o que não deixa de implicar a necessidade de formação ética e moral. Além de informação aos consumidores que, na amplitude de opções, deve ser orientado e priorizado acima de um mero número.

Assim, a necessidade de formar cidadãos conscientes é imprescindível. O Brasil é por vezes conhecido como um país de malandros, tornando as relações difíceis e de pouca confiança. Para isso, a própria Idade Média pode auxiliar, pela formação dos Feudos que eram relações de confiança entre senhores e vassalos por meios de trocas e hierarquia. Essa relação chegou a Idade Moderna e ao seu método econômico mercantil, tornando-o uma espécie de início do Capitalismo como é conhecido hoje. Preservar a continuação desse princípio fortalece a harmonia do empreendedorismo digital.

Por outro lado existe desconfiança por parte de quem compra. A vantagem é que o leque de opções torna a concorrência equilibrada e leal para que não existe extrapolações irrestritas. Logo, a demanda é voltada ao convencimento das pessoas que compõem determinado interesse comercial, estas sendo devidamente orientadas de seus direitos deverão examinar o que entrará ou não na sua opção.

Visto que o mercado abrange diversas pessoas e que a expansão do acesso a informação e, consequentemente, a compras “on-line” são uma realidade, é preciso intervir no meio de vendas para que essas se aproximem do seu público com transparência e agilidade. Com o aumento da busca, torna-se essencial uma política de proteção aos dois lados e capacitação por meio de cursos de especialização em “marketing digital” com olhar dedicado também ao lado humano dos negócios.